Lua brincava com o seu gatinho branco, banhada pelo sol de uma manhã primaveril. Nada mais que uma espécie de poema encarnado em forma de gente bailava na sua cabeça qual adolescente doida e irrequieta. Era óbvio que sonhar não bastava. Era irreal o seu sonho, mas não era tão irreal a sua sede por adrenalina? O paraquedismo da semana passada que lhe fizera partir a perna, o bungee jumping que a obrigara a cortar dez cm de cabelo no mês anterior...E tudo com o intuito de ir além. Queria ser louca, puramente louca! Queria fazer alguém arrancar cabelos da nuca com o nervosismo! Queria subir o monte evareste! Queria dar um par de chapadas na espécie de cavaleiro andante que afinal não andava! O conto de fadas adiado para a semana que vem. Não obrigado. Not the next best thing. I want the thing. Era a sua atitude, era o seu provérbio! Ela tinha a espada e não era fraca como tantos para a usar!
No seu sonho de sempre...Ele fulgia como a alvorada, mas nunca era presa, era o herói predador. Era um lutador como ela, não tinha medo de nada e, juntos conquistariam o mundo (ou parte dele). O Indiana Jones não teria nada a apontar-lhes e ela sabia que todas as quedas seriam amortecidas, porquanto seriam o anjo um do outro. Os anjos têm asas e agarram-nos a tempo de não cairmos além de uns metros de distância que nada mais que um segundo duram. Por vezes, conseguia vê-lo com nitidez. Ele estava em todo o lado e em lado nenhum, mas ela não parecia se importar. Era mais potente a sua imagem que qualquer coisa que ela tivera em sua mão... Para ela, ele era mais que uma miragem, ele era um ideal, algo que ela sentia conhecer.
Gente, estou envergonhada...Para excerto pseudo qualquer coisa (sim, foi mesmo ao calhas...) saiu lamechas -.- God, again tomorrow...
terça-feira, 18 de maio de 2010
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