segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Capítulo 1 – Breakfast at Tiffany’s

Foi numa quinta-feira de Janeiro que conheci a Audrey. Chovia torrencialmente contra o parapeito da varanda encoberta de vidros duplos esverdeados que esbatiam o som pesado das gotas de água atiradas pelo vento nas placas de vidro. O zapping pelos canais tornava-se quase frustrante e aos poucos os actores tornavam-se em figuras esborratadas sem significado. E, foi então, num canal perdido que eu a vi com a sua cigarrilha e vestido preto que envergava toda a sua classe e elegância, a voz sempre doce, mas entusiástica.
“ Se eu conseguisse encontrar um sítio que me fizesse sentir tão feliz como o Tiffany’s, eu comprava mobília e dava ao Gato um nome!”
Se alguém me fizesse sentir como a Audrey a cantar o Moon river, eu subiria à mais alta montanha e gritaria o seu nome para que nunca ninguém o esquecesse.


- treino de escrito

não sei se gosto...

sábado, 18 de dezembro de 2010

People keep saying that if you believe, things will workout in the end. Those you love won't die. The one you want, won't leave. Friends won't change...You will be better at whatever you are supposed to do...And that maybe magic will happen...I don't believe in that anymore.
I am just writing here because I'm so fucking trying not to burst into tears. To be strong, because this isn't about me. This is about me being the strong one to help everybody else. It's freaking selfish to cry. So, I write here...And I might as well publish this, 'cause sometimes you need to let out these thoughts.
When I'm not there, it's pretty easy to put inside my mind it's not real. That she'll be ok. That she'll live forever. And that's why fantasy is so awesome. For a few moments, you're ok. But then reality strikes and you feel like this vaccum is pushing everything out of you. Shit happens. That's one true statement. And when you see how the world is collapsing and how strong you should be, you basically realize how scary the whole world is.
So, this total emo post is just because I need to ramble. I need to think. And let this out.
I remember when I was a kid...It seemed like nobody would ever die. Like your worst problem was not having that panini card. And it's stupid how it all changes when you turn twenty. Suddenly, you are like Audrey. You have the blues and the reds and nobody is coming to save you, because there isn't anybody. And you might be freaking awesome. And there might be amazing people out there, but...Somehow you don't seem to find each other the right way.

So, sorry about being so emo...but I needed to freaking write this. So, if you get to read this. Give it 0 credit, because this a ramble and I wrote in english so very few people would read it. Thank you.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

About me

e eu fosse um mês, eu seria : Agosto...e Setembro

Se eu fosse um dia da semana : Sábado
Se eu fosse uma hora do dia : 04:00
Se eu fosse um planeta ou astro : JUpíter
Se eu fosse uma direcção : Sul
Se eu fosse um móvel : estante
Se eu fosse um líquido : coca cola

Se eu fosse um pecado: Preguiça


Se eu fosse uma pedra : rubi
Se eu fosse uma árvore : Cerejeira
Se eu fosse uma fruta : morango
Se eu fosse uma flor : lírio
Se eu fosse um clima : ameno
Se eu fosse um instrumento musical : bateria
Se eu fosse um elemento : Ar
Se eu fosse uma cor : vermelho e azul
Se eu fosse um bicho : uma águia
Se eu fosse um estilo musical : Jazz
Se eu fosse um sentimento : paixão
Se eu fosse um livro : qualquer um de fantasia
Se eu fosse uma comida : pasta
Se eu fosse um lugar : jardim de belém
Se eu fosse um gosto : bittersweet
Se eu fosse um cheiro : De chuva
Se eu fosse uma palavra : imaginação
Se eu fosse um verbo : transformar
Se eu fosse um objecto : laptop
Se eu fosse uma parte do corpo : Olhos
Se eu fosse uma expressão facial : Sorriso
Se eu fosse um desenho animado : Skip beat
Se eu fosse um filme: Breakfast at Tiffany's\ Stardust\ a cinderella story\ Tudo pode dar certo
Se eu fosse um número : 27
Se eu fosse uma estação : Primavera

Se eu fosse uma frase : ”Eu não queria dizer adeus, é que eu tinha tanto pra perder.”

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

People always leave - Peyton OTH

Estava a pensar nesta frase o dia todo. E, de facto, faz sentido. People always leave. Sometimes they leave just so they can come back truthfully...Mas quando alguém parte, quando alguém nos desaponta, quando alguém nos nega uma segunda oportunidade, quando alguém a quem damos um restinho de confiança mostra ser um imbecil igual aos outros, não podemos deixar de enrolar o nosso coração em pedra, porque as pedras não sofrem...Também não amam, mas essencialmente, não sofrem. É verdade. Não acredito que ser pedra resolve tudo, mas ser gelo, às vezes, é a atitude certa, porque quem realmente vale a pena, não nos vira as costas perante o frio gelado à nossa volta, antes derrete o gelo, porque sabe que o que há por baixo vale a pena.
O problema é que, quando já somos gelo e as desilusões persistem, é fácil deixarmo-nos encerrar num castelo de pedra e, depois a floresta que nos rodeava que antes era como um verão auspicioso...Agora, deixa com que o vento enrole as àrvores no mais belo e inegável gelo, deixa que a tempestade arrase as árvores.
Acontece e, muitas vezes, acontece a quem menos merece. Mas que quer a sorte saber disso?

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Ressaca de 3 horas

Frustrada, queria escrever...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Random!

Estava prestes a secar o cabelo,já meio atrasada para a faculdade, quando ouvi aquela música:
"Oh meu anjo da guarda
Faz-me voltar a sonhar
Faz-me ser astraunauta"

Quando somos crianças, sonhar é como ir à disneylandia e voltar. É precioso. Inqualificável. Mágico. No entanto, a partir de uma certa altura, sonhar é como tomar uma grande bebedeira. Faz-nos alegres e felizes por instantes, mas depois olhas para a realidade e dizes: Fuck. O sonho terminou. Tens que enfrentar o dia-a-dia...Por isso, eu acho que mais importante que sonhar, é saber como fazer com que aquilo que desejamos se torne realidade, porque isso é o que nos vai fazer felizes a longo prazo.
Há coisas que não podemos alterar. Não dependem de nós...Mas há outras em que se soubermos como nos entregar...The sky is the limit, baby!

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Digam-me uma coisa: Porque é que as melhores pessoas são quase sempre aquelas que se vêem obrigadas a dizer "Eu desisto!". Seriously, seriously. -.-

domingo, 14 de novembro de 2010

Quotes que adoro

I could more easily forgive his vanity had he not wounded mine.

- Elizabeth Bennet, Pride and Prejudice


For a dreamer, night's the only time of day.

- Jack - Newsies

Are we human because we gaze at the stars? Or we gaze at the stars because we are human?

- "Stardust"

"Her love... It's like the wind... I can't see it... But I can feel it..."

- A walk to remember

"Never let the fear of striking out stop you from playing the game!"
- A cinderella story

"Behind this mask is a man, and behind this man is an idea. And ideas are bulletproof."

- V for Vendetta

"You either die a hero... Or you live long enough to see yourself become the villain."

- Harvey Dent

"I would rather have had one breath of her hair, one kiss from her mouth, one touch of her hand, than eternity without it. "

- City of Angels.


Eu podia fazer 7 páginas de frases que adoro, mas acho que estas, por enquanto servem =)
Eu nunca escrevi aqui sobre a escrita. Não da forma como gostava de fazer, não como me influenciou e mudou. Não como me define enquanto pessoa. Para mim escrever é como ser capaz de viver numa realidade alternativa que consigo controlar, mas que, por vezes, me surpreende até a mim. Consegue surpreender-me mais qu a realidade que vejo como muito previsíivel, por vezes. É como um amante que nunca parte, que é sempre fiel, que sempre apoia...Que nunca magoa, mesmo que haja dias que desencadeie em mim uma determinada frustração.

Eu culpo o Harry Potter.
Antes eu escrevia, é verdade. Aventuras e tudo, mas direi que foi esse livrinho ,juntamente com o filme o décimo reino e o livro a história interminável que me definiram. SUponho.
Talvez, porque com o Harry Potter, pela primeira vez, senti que um livro podia fazer a diferença. Sim, eu sei que não é um Garcia Marquez, um Graham Greene ou um Eça de Queirós, mas contém em si uma grande história, um mundo, um universo inteiro. Marcou uma geração e eu acredito que nunca ninguém esquecerá o Harry Potter.
Foi o primeiro livro que reli.
Foi o primeiro livro que me absorveu.
Foi o livro que me fez começar a apaixonar-me por fantasia. A cada página, a cada momento.

Mas não foi por causa dele que nasceu o Jake.
O Jake nasceu como ideia no Verão de 2002. Em Agosto, para ser mais precisa. Não sei como foi para ser sincera. Eu queria começar um verdadeiro projecto de escrita. Começar a entregar-me mesmo ao papel e, numa noite, estava eu a passear na marina e vislumbrei-o. Começou a transformar-se. Não sei se foi já de um sonho prévio que serviu de rascunho ou se, na minha mente, ele sempre existira, o que é certo é que ele nasceu nesse ano e, desde então, escrevi umas 3 histórias com ele. Nenhuma com grande fito, pelos seguintes motivos:

Lady of The Lost Ones: desenvolveu-se depressa, mas era mais para treinar o meu inglês do que qualquer outra coisa.

Fantasia (1o esboço): estava até a adorar a forma como o personagem se desenvolveu, mas houve coisas que não gostei.

Fantasia take II: em construção
(nome vai mudar por motivos óbvios)

Às vezes, é quase impossível falar sobre isto, porque é algo que quase ninguém pode compreender porque está tão intricado na minha cabeça que para entenderem teriam que ler-me os pensamentos. Por isso, só quis partilhar um pouquinho de mim. Apenas hoje. Por piada =)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

TVD

"I just have to say it once—you just have to hear it. I love you, Elena..and it’s because I love you I can’t be selfish with you. Why you can’t know this—I don’t deserve you. But my brother does. God, I wish you didnt have to forget this…but you do" e, após estas palavras, Damon apaga a memória de Elena e, pela primeira vez, cai-lhe uma lágrima. É incrível como numa série temos toda a sorte de sentimentos que se nos cravam na pele a cada episódio. Seja suspense, comoção, alegria, whatever, the vampire diaries fá-lo.
Eu tenho que confessar uma coisa, sou uma die hard fan de tudo o que meta sobrenatural e os vampirinhos (como diz o nosso amigo Damon) "que vivem no mundo real e morrem queimados ao sol" são a minha especialidade. Não tenho grande pachorra para twilight, mas ao primeiro segundo do 2o episódio the vampire diaries conquistou-me.
Talvez, porque o Damon é dos personagens mais injustiçados da série. Aquele personagem que, embora espectacular, nunca tem o que quer. É uma brisa de ar fresco, de certo modo. Será ainda melhor se ele acabar com a Elena, sendo por fim, justiçado. Não sei.
O certo é que se é uma boa dose de suspense e acção com uma pitada de romance que procuras, esta é a série para ti.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Nah, 2012 é muito perto, pensem 2015

Não se preocupem com o prazo dos iogurtes, porque eu descobri que 2012 não é o fim do mundo...E vocês questionam-se já que 2012 era uma data tão gira, já se dizia "Avestruz é presidente! 2012 chegou!"...Lamento, mas não, não é 2012...É 2015! Weeee vamos viver mais 3 anos! Vá gente ainda estamos a tempo de estourar a economia e os recursos naturais que dispômos. Pessoalmente, acho que 2015 é um número muito mais bonito. Havia algo em 2012 que não calhava bem.
Hoje, estava eu na minha vidinha, a ouvir mp3, provavelmente ainda na parte do meu mp3 antes do Make me wanna die e depois do Michael Buble, recebi um panfleto de um senhor extremamente sorridente ( é impressão minha ou as pessoas gostam de anunciar o apocalipse? Não vamos jogar poker, vamos anunciar o apocalipse. Não te ouvem, Ana. Não sabem quão belo é o vício do poker) dá-me um panfleto. Em letras gigantes diz: É O FIM DO MUNDO. A esperança está depositada nos estudantes universitários (Oh, boy...Agora é que estamos lixados!)e se não passas o panfleto a outro estudante universitário, estás condenado. Lamentamos. Como é bom saber que tenho mais 3 anos antes do mundo acabar.
Confesso que tudo isto me leva a pensar que achamos as nossas vidas tão enfadonhas que sentimos a necessidade de ter um belo de um fim do mundozinho para nos agitar assim a vida. É positivo.
"Ah, o apocalipse de 2012 está fora de moda, vamos tentar o de 2015"
Prevejo que o próximo será de 2030. O meteoro vai atingir a cabeça do Ted Mosby quando ele disser "You mother is..."

Hangover

Come on and drive me crazy
Let me feel your ecstasy
In the end I'll hangover over you
That's all you like to do
So I'm ready to have a hangover over you

Fuck all your goodbyes
All my tears and your lies
I'm the best out of you
You're a wicked prince with nothing to do

Come on and lead me on
Don't you know what're doing wrong?
In the end I'll hangover over you
That's all you like to do
To make me hangover over you

Fuck all your promises
The wishes I held of your kisses
I'm better than you fool
Frow now on you'll be like a tool

Come on I'm ready for your kill
Sweet demented liar who'll my heart'll try to steal
In the end you'll hangover over me
That's all you'll ever be
Someone with a hangover over me

You had your laugh for the last time
Fuck your coldness and your devious smile
I'm ready to get even
It's time to finally have my breakeven

It's time to hangover over me
It's your turn to hangover (hangover) over me
Hangover
Hangover
Hangover
Over me (over me)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Su's show

A vida é como uma série televisiva. Tens o pateta alegre do protagonista, os cúmplices do crime, tens o sonho completamente incompreensível daquele e, sem sombra de dúvida, os dramas com uma pitada de comic relief. Eu vivo diariamente o show da Su. Gosto de pensar que o meu show tem alguma audiência que torce por mim e restantes elementos da série. Não é uma maneira boa de ver a vida? Dava jeito um pouco de magia,mas essa é meio inesperada, não é?
É óbvio que, durante uns tempitos, vamos querer trocer o pescoço à protagonistas, espancar os pseudo maus da fita (como é bonita a violência) e, quando dermos conta, o episódio acabou e temos que esperar pelo dia a seguir.
... Só que a audiência costuma ter um pedido...Desenvolvimentos, desenvolvimentos...
Quando penso no meu show, sinto-me completamente como um piloto que não sabe muito bem como voar e anda aos ziguezagues pelo céu. Seria interessante se não provocasse ingestões aos passageiros (mas todos esperamos o melhor, não é verdade?). Sei para onde ir, sei o que quero, sei parte do mapa...Mas como se percorre o caminho? That's the question.

Eu ando muito filosófica, não ando? xD tenho que ver se torturo mais os miolos.

xoxo

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Já pensaram alguma vez que um dia tudo isto pode valer a pena?

valerá? é um mistério, digo-vos.

Never settle

Never settle. Never break.
'Cause she's breaking
Like a piece of glass
Cutting herself with her own mask

Take it off
Don't let it show
You're well and perfect
You wanna believe it's so

Never settle. Never bend.
He's bending your name
Making you know it's always the same
No-one can mend your heart

He just lingers on the doorway
With a sense of disarray
Killing what was ever made
Not bothering for your sake

Never settle. Never jump.
'cause when you jump
You only feel gravity
Not a sense of destiny

Unless he's there
Not anyone but the one you care
Smiles at you just so you know
You won't have to feel one hundred years of snow

Never settle. Never give up
I'll be the one to lift you up
I promise

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

This time

A vida dá voltas e voltas e, por vezes, eu pergunto-me se a vida que traçámos para nós faz algum sentido. Temos o plano fulcral de tirar um curso, trabalhar, etc, etc. Empenhamo-nos nisso. E, no entanto, quantas vezes não somos obrigados a ir atrás? A voltar a fazer o caminho, a traçar um novo plano. É o botão reiniciar da nossa vida. É constante. É inevitável. É um start over again quando pensamos que há um game over. Nem sempre é mau, sabem? Começar de novo. Seja com uma nova etapa ou com um recomeço de uma etapa passada. É fresco...É como um perfume novo e diferente quando já não podem usar um ralph lauren. É um Halloween na tua pele.
Eu dou por mim a fazê-lo, numa nova etapa. Susana do ano passado faz as malas e dá origem a uma nova e melhorada (espero eu) versão de mim. Whatever works. Whatever works. Penso num lado aplicado e gossip, muito Christine. Sou sempre eu, mas com uma nova atitude. Aborreço-me com facilidade, tenho que confessar.

Ano Passado:
Música: The Donnas, la roux, Michael Buble
Filmes: Alice in Wonderland, Pretty in Pink, The Mannequin
Estilo: sort of punkish\ sweet \ trendy
Part time: capoeira

Este ano:
Música: the pretty reckless basically
Filmes: Remember me, letters to JUliet
estilo: gossip\ relax with a hint of artist
Part time: still searching...Hipóteses:
- espanhol
- escrita criativa
- aeróbica

Enfim.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Come what may

Everytime I listen to come what may I get butterflies in my stomach. It's a strange sensation. As if the song had some strange power over me. It's my special kind of magic.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Count me in

Count me in to hold your sky
So you won't tire your ocean eyes
Count me in to be your rock
For all those moments you feel blocked

Count me in
Count me in

There's a long road ahead
And we're running so fast
I won't let you fall
I'm the warrior with a sword standing tall

Count me in to save you from your shadows
Take a moment to lift your sorrows
Count me in to believe when no-one else does
And that's only because

There's no step I'll take
Without beliefecy we could break
I am more than you think
More than a girl willing to jump in a blink

Count me in to save the day
To be the one taking you from disarray
Count me in to dry your tears
Even if hidden by shells of masked fears

I am the one your mother warned you about
The one you shouldn't let go, there's no doubt
' Cause once you loose me
It's hard to find your way back to me

Can a blind man see a pearl in the bottom of the sea?
Can a star shine even when it's broken?
Can a moment freeze in time?
I believe so

Count me in
Count me in
Count me in

(completamente random, não tem a ver com nada nem ninguém xD)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Regresso às aulas -.- Obrigada, Continente

Seriously? Seriously? Placards enormes invadem os centros comerciais com uma postura de aliens usurpando a terra e eu só me pergundo: Seriously? Seriously?...Mal Setembro se inicia, os anúncios de fim de férias amontoam-se como uma ameaça latente. Até a minha fiel rádio me trai. Estou em férias...Vá, podem não rebentar a bolha de sonhadores preguiçosos durante só mais um bocadinho? Dava jeito. Vá, sejam indulgentes.
Um ano novo. Wow. Estou quase lá. Nem quero acreditar. Bem, 3o ano inclui cadeiras com as quais eu andava meio a sonhar...Contratos, direito penal I e II ( disseram-me que o um são mais teorias filosóficas aka homens neuróticos com ideias incrivelmente absurdas e geniais aka algo que eu venero!), processo (embora digam que é um pesadelo...Pesadelo em Civil street I?). Okay, okay...A vida não é só direito ( eu escrevi um parágrafo a falar de cadeiras do 3o ano...Alguém já deve ter chamado a carrinha do Júlio...). Mas, let's be honest, being a little enthusiastic, maybe won't be that bad. Qualquer coisa menos DIP, pff...Seja Privado ou Público.
Claro, que gostava de me meter no Espanhol, claro.
Quero fazer mais, além da faculdade.
Fazer coisas absolutamente doidas e irrevogavelmente typically Su...(Alice theory: You're absolutely crazy, but the best people are.)

Momento Su em plena worten:

LD: este filme é incrível. Van Damme genial.
Su: Muito fixe (meio a olhar para um ponto blank)
LD: Grande filme dos anos 90 (LD continua a não perceber que Su está em frente a filmes de adultos sem se aperceber)
Su: (finalmente repara) OKKKK
Ld(and I quote)olha para a esquerda num momento de surpresa,olha para os filmes, a lâmpada em cima da cabeça brilha.
Su sai rapidamente da zona. Su olha à volta e confirma que há possibilidade de haver testemunhas. Su apercebe-se que relatado, tãlvez não tenha tanta piada, mas não quer saber. xD

Tradução...não confiar em LD nestes momentos xD

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Wow

Apercebi-me que fiz umas quantas coisas este ano (lectivo e férias de verão) que nunca tinha feito antes e isso é, sem dúvida, incrível:

- cosmopolitan
- praia a que nunca tinha ido aqui em lx
- Porto
- ir à praia à noite
- ver foguetes na marina de cascais
- encontrar um espaço perfeito para escrever
- provei muffin light de mirtilos...E, fiquei viciada.
- Li Nicholas Sparks e adorei
- Fiz capoeira
- Fui capaz de fazer algo que a Su do ano anterior veria como razão para levar com um taco na head.
- Acreditei quando o mundo inteiro dizia para eu deixar colidir.
- Sobretudo, I am not a child. I'm a fashion freak now. Damn proud of it, babe.

sábado, 21 de agosto de 2010

Cosmopolitan check

Podem já tirar da lista. De facto, sem dúvida, absolutamente alguma, posso dizer que o marketing e elogio causado pelo Sexo e a Cidade a esta bebida foi completamente justificado. Em pleno Vertigo, um barzinho de rock n' roll com AC\dc, coldplay, etc a tocar, provei. Sem dúvida foi perfeito...Assim como esta semanita de férias que terminou bruscamente... ( Podemos voltar? Quero mais praia!!!)
Vou ter saudades de dormir em 3 sítios diferentes, ser acordada pelo cozinheiro lá do sítio (Fábio, sim és tu xD), um dia de praia, de sol, lojas de rua, cheiro a maresia, conchas, nadar horas e horas no mar, magnum clássico e gelados de bola em cone de bolacha, saídas à noite, noites na palheta. O mais esquisito é que eu dava mais duas semanas de Algarve, sem dúvida =P Vilamoura teve a nossa humilde visita, Praia da Rocha também e manda cumprimentos...
Para mim, o mais estranho de tudo aquilo é o hábito que criei. Suponho que quando cheguei a casa, as palavras mais óbvias na minha cabecinha de sonhadora a pedir reforma foram: estranho mundo velho. O verão não é tão único em certos pontos? Parece uma espécie de período especial em que tudo pode acontecer. Sentimo-nos mais seguros, mais felizes, mais livres com o nosso tempo e as nossas roupas.
Para este verão ser perfeito apenas sinto falta de uma coisa. uma coisa apenas, mas não vou mencioná-la...Afinal, que beleza há sem um pouco de mistério? =)

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Serpa

Dois dias em Serpa = paz! A sério, não sei porquê, mas é como uma terapia pessoal. Todos os stresses esvaiem-se e sinto-me acolhida. Aquele momentinho especial que eu adoro. Às vezes, tenho sorte e aparece a famelga toda. Aí, ok, ninguém pára. And guess what? It's how I like it. Estar com a família, aproveitar o arzinho perfumado do campo...Nem o calor me incomoda...E,digo-vos, calor no Alentejo é equivalente ao Inferno....Até existe uma anedota sobre isso que, desde miúda me contam...

Um homem morre e vai para o inferno.
Como ele parecia adorar o calor, mandam-no para o 2o circúlo.
A situação repete-se até chegar ao último círculo do inferno.
No final de tudo isto, o homem diz:
se está calor aqui, nem imagino como estará Beja!

Claro que depois chegamos a Lx...e,bem...Stresses a resolver.
Mas eu não me queixo, porque, neste momento, estou na demanda do bikini perfeito =D

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

2012

Certos factos me fazem crer que 2012 chegou. Não dizer mais nada,excepto...2012 chegou. Preparem as vossas naves espaciais.

terça-feira, 20 de julho de 2010

A little about me

I believe in goodness
I believe in second chances. I know sometimes they aren't worth to be given, but I like to give them anyway 'cause you never know if the person you're giving them to might be more than you thought.
I believe in Justice. Truth. Honour. Beauty. Love even when it's so fucked up you think you should just quit.
I believe we should do what we want to. Not what others think suits us best.
I believe our head and heart are the things we should follow.
I believe it takes one man\ woman to change a hopeless situation.
I believe beauty is in the eye of the beholder (sometimes those beholders are blind or lack originality).
I believe we aren't just dust. We are what we leave behind.
I believe Good Triumphs over Evil (yap, watched too many superhero movies)
I believe that if I don't get a pizza right now and a dolce gabbana outfit, wishes on shooting stars don't actually work.xD (kidding)
I believe that some stuff happen for a reason, but others are just fucked up things you must deal with.
I believe that one book, one song, one movie, one person can bring a great smile upon someone's face.
I believe in the best in people. I believe in their worst.

Prove me wrong

Todos os dias ouvimos pessoas dizerem: O mundo é uma tanga. Só há injustiça. O amor não existe. A vida é um caos. Nada acontece por uma razão. Essas frases são as piores das nossas ameaças, os nossos grandes medos propagados em ecos constantes nas nossas mentes divagantes e, tudo isto se traduz num simples grito, que desejaríamos ser telepático, ao mundo: PROVE ME WRONG! Exacto, prove me wrong.
Quando estas coisas que dizemos serem verdade no nosso pessimismo, não pensamos: temos razão. Pensamos "Eu queria estar errada\o desta vez". O mundo está cheio de gritos interiores. Às vezes, apercebemo-nos de uma coisa...Não é o grito que vai ser ouvido, não é a contestação interior, é pura e simplesmente...a pessoa certa ( seja conhecido, amigo, amante, whatever, crush, whatever), o momento certo e a frase o acto, a transformação na nossa realidade que nos faz dizer: Sim, eu estava errado\a. Sim, miracles happen.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Divagações II

"Fica feliz porque aconteceu
Não fiques triste porque acabou"

Ok, se foi algo com sentido, porque tinha que acabar? Não tem nexo. Mais uma coisa a derrotar a minha máxima de: Everything happens for a reason.
Tinha que dizer isto. É positivamente ridículo.
Por exemplo, vamos pensar um pouco nos casais e situações da história...(E outras coisas que me confundem e, que probably, quando chegar ao fim do post, já não têm grande coisa a ver com a frase que eu referi lolada)
- Jane Austen e Thomas Le froy = contingências separaram-nos...eu fiquei huh?
- Shakespeare vivia na miséria, morreu...As suas obras são agora consideradas obras primas = dá um jeitão,huh?
- Coco Channel e Buddy ou lá como ele se chamava que, de facto, eu não sei. Ele morre quando iam ficar juntos = ironia ridícula do destino?
- Não sei quantas pessoas neste planeta que têm nexo e foram separadas por circunstâncias parvas = -.-
- James Dean morreu num acidente quando tudo apontava para ele ser o próximo Humphrey Bogart (Espero não estar a dizer algo ignorante, mas tenho ideia que ele era um pouco mais velho que o James)
- Heath Ledger = óptimo actor, brilhante. Probably o meu actor favorito quase, ao lado do Edward Norton ( não acham o Fight Club fabuloso? e o America Proibida? Lindooooo). Enough said.
- Titanic afundar-se...Come again? Supostamente, era para ser um dos barcos mais seguros de sempre e um iceberg mandou-o. Revolta um pouco. Quantas pessoas podiam ter feito a diferença neste mundo, não fosse isso?
- a mortalidade em si = desculpem, mas não tem sentido para mim não haver a opção de alguns viverem para sempre. Sorry, mas sejamos realistas...Que podes realmente fazer com uma esperança média de vida pequena? Eu quero fazer tanta coisa que acho que não cabe nestes anos...Se bem que acho que me iria aborrecer de morte se vivesse mais que 500, mesmo com o espírito e corpo de 22 anos ( só assim tinha piada, let's be realistic).
- Determinismo: na minha opinião, devia existir...De certo modo, não sei se existe....Mas se existe, tudo devia-se enquadrar nos parâmetros certos para o universo inteiro viver um pouco de alguma e fantástica felicidade. Bem,não duvido nem defendo... Se bem que gosto de acreditar um pouco que existe uma certa dose de coerência no mundo. Uma razão para as coisas. Senão acreditasse a minha atitude seria um constante exclamatório de what the hell.
- Twilight Lovers\ haters = people...it's just a book. not a war. Who cares vampires sparkle? I'd rather have them drink blood and being crazy like Lestat or Damon, but you can't always have what you want. =P

Thoughts? None, porque eu nem sei se vou publicar isto algures. lol
Seria fantástico se eu pudesse, de vez em quando, gravar os meus sonhos ou pensamentos. Nunca nada se copia de forma tão magnífica como no pensamento. A sério. Imaginem a mais bela das cascatas caindo suavemente no rio, lavando as rochas que a tentam segurar. Tão brilhante, tão pura, tão divina. Definitivamente, ninguém vai vê-la como eu a vejo neste momento. Uns podem vê-la na sua mente como algo banal, uns adicionam um arco-íris, outros ainda dão-lhe uma simplicidade magnífica. É um a beleza da teoria de certas coisas perante a sua prática como fazer uma roda no meio da sala de jantar e acabar chocando com a cabeça na borda da mesa que se encontrava a metros de nós e, não vimos. Depois, há momentos, ideias que ao pé da realidade se ridicularizam de tão pequenas são. Momentos tão singularmente mágicos que se escondem de si próprios. O problema é que nem sempre, nesses casos, a teoria passa à prática. Como diria alguém, shame shame shame (ok, como diria eu). Suponho que é uma das ironias da vida. O que tem mais sentido nem sempre é o que mais depressa se aplica. Como dançar em relva molhada ao luar no meio do campo ( nunca fiz. soa algo celta, completamente wild....completamente impraticável...completamente incrível, se possível...Não existem muitos lugares onde se possa fazer isso). Seria libertador para muitos, divertido, mas ninguém vai fazê-lo a não ser que tenha um charro na mão. Suponho. xD
Aposto que ninguém percebeu nada dos meus ramblings. Sorry. My fault.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Whatever works

Woody Allen é um homem optimista...Esperem...Um segundo...Eu disse isto? Estamos a falar do homem que fez "Manhattan"? Não, não pode ser. O homem que realizou "A rosa púrpura do Cairo"? Nah. Duvido. Um optimista? Dos realizadores mais niilistas que vi, que dirigiu filmes em que o protagonista idolatrava a morte? Não pode! ...Mas é verdade. Vocês olharão para a capa e pensam: não. Se calhar é meio maluco e não vou gostar. Nope. É, como diria o Pedro (sim, Pedro estou a citar a tua fabulosa pessoa), fabuloso. É das poucas vezes em que é com um humor algo cáustico dei por mim com uma perspectiva positiva. Whatever works parte de uma máxima genial: tudo o que tu desejes na tua vida, pode, na verdade, acabar por funcionar, de uma maneira ou de outra. Bate, sem dúvida o final do "Manhattan" em que a namorada adolescente de Alvin (Woody): "You must have a little faith in people, Alvin".

Se bem que, por vezes, a cidade esmeralda custa a atingir, mas eu tenho fé...Whatever works. I'm getting to talk to the wizard.

terça-feira, 6 de julho de 2010

Remember Me

"Whatever you do in life is insignificant, but do it just the same" Robert Pattinson escreve esta frase de Ghandi no caderno dirigido ao seu irmão Michael. Primeira frase que, além de potente, resume o espírito do filme. Basicamene, é a história de duas famílias com um mar de problemas para resolver de cada lado e, sobre como, na verdade, nada do que fazemos é insignificante. Bons actores, boa dinâmica de filme, a musiquinha dramática no background para dar o toque do trágico. Perfect. Não, não vou contar mais vocês têm que ver! (Ok, também em parte, porque neste exacto momento tenho uma preguiça enorme de relatar tudo). Faz-nos pensar um pouco como no final, tudo importa.

Remember me.

sábado, 3 de julho de 2010

Phantom

Não escrevo há tanto tempo, mas resolvi ressuscitar a minha veia de ideias maradas reflectidas em não sei quantas histórias escritas em inglês. Confesso que tem sido algo terapêutico em certa medida. Demasiado divertido, para dizer a verdade. Nada como uma história em inglês para me tirar dos pensamentos certas ideias parvas, as insónias and very possibly all collega exam drama. Embora, honestly, I am getting apathic until next year.I'm living for art, life, my own way of creating magic.

Sempre senti que o que quer que me passasse pela cabeça, escrito em inglês seria puramente extra genuíno. Só houve uma excepção em que senti mais sincera (não que não o seja na língua materna, mas não me exprimo completamente. Não consigo) and it's not going to happen again on my part.

Ando a descurar a lista. É algo ridículo estar a fazê-lo, mas hei-de tratar disso.

O Fantasma da ópera fascina-me. Já o vi 10x...Adoro. Sei cada linha, cada canção. Há algo profundamente perturbador na forma quase sublime na história de um homem devoto à sua arte que se esconde atrás de uma máscara, da rapariga que o ama, mas que também ama o seu noivo e do noivo que luta contra a influência do fantasma sobre Christine. É bonito em parte. Então, o All I ask of you. Vai para o meu top sem qualquer dúvida.xD Incrivelmente, não sei onde está. -.- Acho que a Christine, o Raoul e o Eric, el fantasma desertaram da minha televisão por esgotamento presumível. Eles bem que podiam ter antes pedido uns dias de férias, eu sou querida eu dava...Mas preciso de ouvir o Wishing you were somehow here again...Damnit. Raio do filme...(Ok, eu não escrevi um post para me queixar de não saber de um dos meus filmes favoritos, pois não? ... Just what I thought)

Ultimamente, não ando inspirada para algo mais que ramblings. My apologies. BAH

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Cidade Esmeralda

Tenho sucessões esta semana e não consigo estudar. Queria viver a grande aventura. Explorar novas paragens, línguas novas, comer novo, escrever, tocar bateria, dança jazz, dançar no meio da rua, viver com toda a garra, não ter que sonhar, mas ver acontecer.Voar com quem quer que seja de balão a ver as luzinhas da cidade a piscarem debaixo. Paraquedismo também é uma hipótese. Respirar um novo ar. Novas palavras. Novas melodias. Ano novo em Londres. Natal em Paris. Vida de rockstar\indiana Jones\ escritora \ jornalista \ free spirit.
Às vezes, acho que no momento em que me meter num comboio\ avião \ carro rumo à descoberta, libertar-me-ei da gaiola que me tem prendido. I'm so much more than some think.
Talvez, tudo o que tem acontecido possa vir a fazer nexo um dia,...O que é que seja que esteja para vir, tenho quase a certeza que vai ter sentido, porque não falta assim tão pouco para esta Dorothy chegar à cidade Esmeralda. E, honestamente, antes de lá chegar irei bem equipada contra bruxas e macacos voadores. Já tive a minha dose, obrigada.

Pelo menos, gente, mais 2 meses e vão-me ver feita doida a bater nuns pratos. xD

**

Uma frase

Existe uma frase que sintetiza tudo o que eu penso, neste momento, sobre ti:
"Não fiques triste, porque acabou. Fica feliz porque aconteceu"...

domingo, 30 de maio de 2010

Filmes têm funções terapêuticas Parte I

Nunca tinha pensado nisso antes até esbarrar com aquele conjunto de páginas brancas envolvido com uma capa com o título: Conjunto de filmes com funções terapêuticas. E, eu pensei, porque não escrever eu a minha ideia de terapia via filmes? (já que não concordei com metade das opções...Sim, eu tinha que ser do contra...)

Filmes para dias de chuva:

- Breakfast at Tiffany's - há algo mágico no conjunto do moonriver com as gotas de chuva, uma espécie de orquestra conjunta.
- Moulin Rouge - Um amor impossível, um musical tremendo...Quem não quer?
- Fantasma da ópera - O triângulo amoroso mais fabuloso alguma vez visto num musical. Enquanto Raoul e Christine cantam All I ask of you, há algo que nos envolve e nos aconchega e, no entanto, com as batidas do Point of No return a emoção e a luta interior de Christine levam-nos a vibrar com cada nota como se fosse a última.


Filmes para quando tudo parece desabar:

- The tenth Kingdom - nada como um mundo alternativo, aventura, romance, magia e fantasia para nos levar dos problemas.
- Stardust - Porque somos todos estrelas cadentes à procura da estrada perfeita para voltar ao céu. Lembro-me que fui vê-lo ao cinema há algum tempo, no meu dia de anos. Tem uma espécie de significado extra para mim.
- A múmia e o Regresso da múmia - aventura e o maluco do Rick O'connel e Evelyn são a receita perfeita para alhearmo-nos completamente.
- Sin city - clássico. enough said.
- The matrix - 'cause we never know which pill we'd choose.
- Annie Hall - só o Woody para nos fazer rir das desgraças
- Nightmare before Christmas - sempre bom uma dose de Tim.
- Enchanted - hummm...Para mim, talvez não.

Filmes para deitar tudo cá para fora:
- O sorriso das estrelas
- A walk to remember
- O meu primeiro beijo (sim, esse)
- O rei leão
- The notebook
- Melodia do Adeus
- a rosa púrpura do cairo
- as palavras que nunca te direi
- sweet november

Filmes quando queremos nos sentir ligeiramente mais românticas:
- Sweet november
- O nosso amor de ontem
- Pretty in Pink
- The mannequin ( SIM, EU NÃO RESISTO AO ANDREW MCCARTHY DE 22 ANOS! => ele é o bilionário do Lipstick Jungle)
- While you were sleeping ( fofinho)
- Breakfast at tiffany's
- Férias em Roma ( God...Audrey Hepburn e Gregory Peck...só os meus actores favoritos dos anos 50\60)
- Sabrina (se bem que eu ache o romance entre o Humphrey e a Audrey algo forçado -.-)
- Moulin ROuge
- Titanic (Leo + Kate + barco que se afunda = algo fofinho...façam fastforward na parte do afundamento)
- Queen of the Damned
- Cinderella Story

Filmes para vos pôr a dançar:
- Dirty Dancing
- Chicago
- Nine

Ainda me vou lembrara de mais! Espero que tenham gostado das ideias =P

terça-feira, 18 de maio de 2010

I'll try again, fawkes

Lua brincava com o seu gatinho branco, banhada pelo sol de uma manhã primaveril. Nada mais que uma espécie de poema encarnado em forma de gente bailava na sua cabeça qual adolescente doida e irrequieta. Era óbvio que sonhar não bastava. Era irreal o seu sonho, mas não era tão irreal a sua sede por adrenalina? O paraquedismo da semana passada que lhe fizera partir a perna, o bungee jumping que a obrigara a cortar dez cm de cabelo no mês anterior...E tudo com o intuito de ir além. Queria ser louca, puramente louca! Queria fazer alguém arrancar cabelos da nuca com o nervosismo! Queria subir o monte evareste! Queria dar um par de chapadas na espécie de cavaleiro andante que afinal não andava! O conto de fadas adiado para a semana que vem. Não obrigado. Not the next best thing. I want the thing. Era a sua atitude, era o seu provérbio! Ela tinha a espada e não era fraca como tantos para a usar!
No seu sonho de sempre...Ele fulgia como a alvorada, mas nunca era presa, era o herói predador. Era um lutador como ela, não tinha medo de nada e, juntos conquistariam o mundo (ou parte dele). O Indiana Jones não teria nada a apontar-lhes e ela sabia que todas as quedas seriam amortecidas, porquanto seriam o anjo um do outro. Os anjos têm asas e agarram-nos a tempo de não cairmos além de uns metros de distância que nada mais que um segundo duram. Por vezes, conseguia vê-lo com nitidez. Ele estava em todo o lado e em lado nenhum, mas ela não parecia se importar. Era mais potente a sua imagem que qualquer coisa que ela tivera em sua mão... Para ela, ele era mais que uma miragem, ele era um ideal, algo que ela sentia conhecer.


Gente, estou envergonhada...Para excerto pseudo qualquer coisa (sim, foi mesmo ao calhas...) saiu lamechas -.- God, again tomorrow...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Repostanto prioridades =P

Lista de coisas:

1. Aprender a tocar bateria
2. Ir a um clube de jazz
3. voltar a uma discoteca de metal\love metal
4. Ir ver os HIM ao vivo
5. Ver três boas bandas ao vivo
6. Escrever o "Sete"
7. Renovar o meu estilo => a caminho disso
8. Fazer o que EU quero. Liberdade ao poder.
9. Erasmus (mas não este ano)
10. Londres
11. Dar vida ao Jake
12. Provar guacomole
13. mascarar-me de vampira, Joan Jett ou anjo
14. Ajudar alguém
15. Perder 5kg, pq me apetece ser saudável
16. Interrail
17. Aprender a fazer um bolo de chocolate
18. Um beijo debaixo da chuva
19. Dançar no meio da rua sem medo. =) done! Twice (se praia também conta!)
20. Tirar 14 a sucessões xD
21. Passar uma semana em Oxford a melhorar o meu Inglês
22. Formar uma banda de garagem
23. Mandar uma crítica de cinema para uma revista
24. Paraquedismo
25. Fazer com que uma amiga seja + feliz
26. Impôr-me mais
27. Paintball
28. Guião de cinema
29. Provar um cosmopolitan
30. Voltar a acreditar que tudo é possível e vê-lo concretizar-se
31. Vencer os meus medos
32. Fotografia como opção
33. Ir a uma festa de máscaras
34. Tirar a Carta
35. Aprender espanhol
36. Conhecer pessoas novas
37. Saber mais de filosofia
38. Dança jazz
39. Teatro ou banda
40. Ser e ter um anjo
41. Renovar o meu quarto
42. Dar o meu nome a uma estrela
43. Ver o Woody Allen a tocar saxofone
44. Ver alguém cantar uma música com uma letra que eu escrevi
45. Ir a Tóquio
46. Assistir a um jogo de basket ao vivo
47. Fazer uma tatuagem
48. Cantar numa loja uma música parva só porque me apetece check!!
49. Ir à água vestida done and done


Hummm...Ainda não fiz muito...Mas eu estou a ponderar seriamente tatuagem...Agora, ideias...hummm...era giro umas asas pequenas de anjo...ou uma lua...ou um eclipse...hummm

Desabafo

Já acreditaram em magia? Pode ela ser ou não perniciosa? Quando jaz numa memória, ela pode ser doce pela ternura com que a lembramos ou amarga por querermos de volta e não sabermos como. Se calhar, ela apenas pode existir naquele inóspito momento, naquelas circunstâncias e depois morre. As pessoas tornam-se frias e impotentes. Geladas como uma estátua de gelo num jardim de Inverno que nunca canta que nunca geme que teimosamente nega ser mais do que gelo. Podemos ter saudades de sentir o verão, mas ele não volta. Os frutos tornaram-se em neve. Os pássaros voaram para longe. O cheiro a areia e conchas apenas existe em pensamento...Às vezes, é mesmo assim. Excepto quando sonhamos...Aí...Nada é impossível. E, tudo acontece por uma boa razão. Tempo de búzios permaneceria sempre brilhante, seria real e, ñão um disfarce do que realmente soa a gelo...(Resultou? soou literário e poético =P ninguém deve ter percebido nada. Ainda bem ahaahaha)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Poker game

Eu sei,eu sei...Aos poucos vou preenchendo a lista...Ando-me a atrasar nisto. Só que ando tão cansada que não tenho tido tempo para pensar nisso. Tenho escrito qualquer coisa. Ajuda?
Ao fim de dois meses, cheguei à mais inóspita das conclusões: Nada acontece por uma razão. Nada. É tudo uma questão de sorte, não destino. A vida é um jogo de poker, o amor, o sucesse pedem-te que tenhas sorte. Não precisas ser um às, apenas tens que ter as cartas certas. E, claro, é tudo uma questão de atitude. É preciso ter noção dos timings e saber fazer o bluff certo para enganar o adversário mesmo quando por dentro estamos a tremelicar com os nervos.
Um dia disseram a uma amiga, "até o Edward eventualmente voltou para a Bella". O Edward é ficção (thank god) e, sendo ficção...Aceitaria o público outro final senão este? Obviamente que não. Num filme, é como se tudo só tivesse sentido terminando de certa forma (The difference between life and fiction is that fiction has to make sense). A rapariga faz algo ou conhece alguém que lhe muda a vida, temos o momento do conflito, happily ever after. É o emprego fantástico, um sucesso incrível, o rapaz dos seus sonhos (bullshit). É assim que o público exige que termine. (Imagino a multidão do twilight\ 700 000 comédias românticas a perseguir os autores, caso o final fosse diferente). Na ficção, um final estúpido equivale a um: what the hell? por parte da audiência. Na realidade, "c'est la vie". Factos são factos. Temos que os aceitar. Ter atitude. Tentar manobrar a sorte. Podemos ter futuro como rockstars, mas há que ter sorte. Eu nunca poderia ser vocalista, por exemplo, e até tenho a atitude xD (sim, era para soar convencida. Sim, apeteceu-me, ora bolas!) Não existe um Jacob. Ok, até podem existir. Vários. Simplesmente, és tu que constróis a mota e lavas a ferida e não são Jacobs como pensas que são.
Se houvesse um momento perfeito, eu sei qual seria. Sabem o sentimento da manhã de domingo? Quando acordas depois do dia perfeito com amigos ou sei lá...E tudo parece diferente, bom...Anseias pela manhã, porque sabes que o dia propícia algo incrível. Nem sabes bem o quê, mas tens o feeling. Para mim, era isso que haveria no meu momento perfeito. O exponencial da minha feliicidade. Ser realizadora ou argumentista de cinema. Poder criar um mundo inteiro. E...Bem, nenhum Edward, Stefan e afins me faria trocar por nada a minha liberdade, porque, meus caros, nunca seremos livres se nos apaixonarmos. Somos patéticos, presos em crenças e convenções ridículas. És capaz de dar o mundo a alguém, de ir buscar uma estrela ao outro lado do planeta sem saberes se a pessoa apreciará isso ou mesmo se o faria o mesmo por ti ou mesmo se não é um rato ou ratazana, alguém que te despedeçará sem nada. Com o amor magoas sem o desejares e és magoado. Nunca serás livre. Agora, quando te agarras à aventura, quando gritas ao mundo que não queres saber dessas bacoradas que milhentas histórias te procuraram vender, então, sim, és livre.
Por isso que eu digo que alguém devia processar a disney, mas depois penso: não seria essa uma forma de matar os sonhos? Prefiro navegar no niilismo e voltar aos sonhos do que nunca os ter. Como disse alguém, nunca sonhar não é ser homem (complementaria a Audrey esta frase com: seria ser rato?).

Uau...Regra nº3 do código dos que querem ser bloguistas humoristas: não escrever às 3h da matina, porque tudo soa algo negativo.

De qualquer modo, podes sempre construir o momento. Ser louca e dar o teu grito do epiranga. Dizer ao mundo: I'll do my worst. And I'll be at my best.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Breakfast at Tiffany's

Há algo nas primeiras notas do moonriver que desperta a atenção. É como um embalar de sonhos que me tranquiliza no dia de maior temporal, na noite mais escura. Um "Once upon a time" entrando su-repticiamente pela janela da sala de estar, sem pudor, sem hesitações. É uma das primeiras coisas que me apaixona em Breakfast, a sua banda sonora. De facto, Henry Mancini não podia ter sido melhor escolhido para tal efeito.
Não nego. Este filme foi algo absorvido pela minha própria identidade. Culpem a mulher cigarrilha preta que dota o filme de deliciosas frases, muitas, eu já sei de cor. A minha quote favorita é com certeza o momento em que Holly, virando-se para o seu Paul Varjak lhe diz que "Se algum sítio a fizesse sentir como o Tiffany's, comprava mobília e dava ao Gato um nome", isto porque Holly afirma que o bichano cor de laranja não lhe pertence, apenas se conheceram um dia. Acho que todos desejávamos um lugar que nos fizesse sentir tal como a Audrey se sente quando vai ao Tiffany's. Às vezes, é aquele grupo de teatro onde a magia acontece, outro é aquela praia que nos tranquiliza sempre, há quem vejo o seu quarto como porto seguro e, depois há aqueles para os quais um sítio à beira de uma lagoa bastaria para isso.
A dinâmica e empatia entre Paul e Holly é nítida, assim como o fascínio que Holly induz nele.
Um amigo meu, uma vez pôs uma questão: Será Holly demasiado ingénua? Ou tão genial que nos faz crer ser ingénua?...Será um misto das duas? Eu aposto no seu misto...
Suponho que seja o filme perfeito para o sonhador com medo de se tornar niilista. Cada linha, cada frase mostra uma história triste, mas que, no final, se concretiza no happy ending. Talvez, não totalmente happy num aspecto ou dois, mas no essencial. Quem não se lembra do clássico beijo à chuva? Ou do momento que Paul Varjak diz:

"You know what's wrong with you, Miss Whoever-you-are? You're chicken, you've got no guts. You're afraid to stick out your chin and say, "Okay, life's a fact, people do fall in love, people do belong to each other, because that's the only chance anybody's got for real happiness." You call yourself a free spirit, a "wild thing," and you're terrified somebody's gonna stick you in a cage. Well baby, you're already in that cage. You built it yourself. And it's not bounded in the west by Tulip, Texas, or in the east by Somali-land. It's wherever you go. Because no matter where you run, you just end up running into yourself."


Uma coisa é verdade, a mais honesta das verdades, sem Audrey, não haveria Breakfast.
E, também sei que há cerca de quatro outros filmes no máximo que me conseguem causar o grau de paixão do Breakfast At Tiffany's.

(tentativa de crítica...like it...Will make it better later, maybe...Publishing, nevertheless)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Definitivamente, há dias em que odeio as manhãs. Tive um dos piores sonhos de sempre. Tinha acontecido algo horrível a alguém que eu gostava, mas que estava zangado comigo...E, eu não sabia ajudá-lo. Procurava as palavras para o fazer sentir-se melhor e elas não vinham. E, porém, tudo o que eu dissesse não ia emendar o que lhe acontecera. É nestas alturas que odeio sonhar. Tens pesadelos destes e acordas meio revoltado. Tanto é que realmente há partes do sonho (não especificadas aqui, por óbvios motivos) que são verdade, coisas que não voltam mais...Estou bem com isso. O que tem que ser, tem muita força. Simplesmente, era bom que não sonhasse com este tipo de coisas. Era bom que certos acontecimentos realmente fizessem sentido.

Enfim...Hoje, tenho mesmo que me mentalizar que tenho que estudar Finanças... -.- Meninos, lamento informar-vos, mas suponho que blog esta semana...Bem, será inviável =( Vou tentar evitar facebook...

Ah, e tive um alto plano que me surgiu nesta iluminada manhã! Vou começar a cobrir as minhas manhãs com o"plano" para cobrir 3 pontos da lista. Depois explico. Atrasada para sucessões!

Au revoir!

xoxo

terça-feira, 20 de abril de 2010

Pepitas de chocolate

Todos os dias deviam ser feitos de sol ao amanhecer, chuva à tardinha e pepitas de chocolate ao jantar. (não soou piroso, pois não? Parecia na minha cabeça a frase perfeita...Okay, até que é...Quem não gostar, não leia ahah...).Soube bem o dia de hoje, mesmo sabendo que a nota do meu teste não vai ser brilhante...Bem, para próxima farei melhor. Arraso. É uma promessa.( uma garantia é difícil de dar). Tarde na esplanada, jantar de cereais e pepitas, ver o the mannequin...Não sabem qual é o The Mannequin? Bem, filme fantástico e meio estranho sobre um rapaz artístico e criativa, cujas potencialidades são, bastantes vezes, desperdiçadas e, que, um belo dia, conhece a Kim Catrall...Uma manequim que ganha vida, quando estão apenas os dois no mesmo local...Um momento, está ele a falar retoricamente para a boneca, no outro, ela responde-lhe. COmpletamente desaparafusado, mas eu adoro!...Os filmes dos anos 80 conseguem ser geniais nem que seja pelo Andrew McCarthy atrair para a história uma descontracção inabalável, provinda do seu espírito juvenil e ingénuo.

Dou por mim a ponderar o que sucederia se o Andrew McCarthy ou o Dean saíssem do ecrã qual "Rosa Púrpura do Cairo". Haveriam sérias probabilidades do Dean fazer um exorcismo a alguns professores que me passam pela cabeça. ( ideia agrada...um bocadinho só). E, claro, eu andaria numa Harley por Lisboa, porque tinha que andar.( tenho que adicionar à lista: andar numa harley)...Eu ia ficar enjoada de AC\DC, de certeza. Depois, eu entrava no sobrenatural e caçava demónios e era giro...Okay, eu estava a falar do the Mannequin e semi comecei a delirar. =P Prometo que não ando a fumar ganza.

Ando a escrever mais...De uma forma algo mais poética que aqui, é claro...Tenho umas ideias giras...Agora, preciso de tempo e espaço para as criar...Impossível nas próximas duas semanas com testes...Enfim.

De qualquer modo, uma coisa posso eu dizer: O mês R. pode ter sido duro, mas, pelo menos, hoje, sou livre. =)

I play my game. I set my own rules

sábado, 17 de abril de 2010

Estou apaixonada pelo Romeo and Juliet dos the Killers (cover dos dire staits). Talvez, seja, na minha modesta opinião, das músicas de amor mais doces que já ouvi. Não bate as minhas três favoritas (leia-se "Come what may", "Your song" e "unforgettable"), mas está quase ao mesmo nível. Dá-me vontade de saber cantar decentemente no momento em que as primeiras notas, gentilmente, saem das colunas do pc, revelando uma espécie de magia só provocada pela música. Eu deixo-me levar. É inevitável. De repente, é como se estivesse numa rua cheia de luzes festivas e um rapaz estivesse a atirar pedrinhas à janela de uma rapariga, a cantar-lhe estes versos.

"Juliet, the dice was loaded from the start
And I bet and you exploded in my heart
And I forget, I forget the movie song
When you gonna realize, it was just that the time was wrong, Juliet?"


Este verso lembra-me algo. A velha história que tudo na vida tem timings. Nós é que nos esquecemos. "The dice was loaded from the start"...Era suposto acontecer, mas "when you gonna realize, it was just that the time was wrong, Juliet?"...




Bonito...Ufa...Hoje, estou estou pela filosofia..hmmm...Prometo que da próxima, o sentido de humor Joan Jett regressa...Culpem sucessões pela metafísica! =P

****

Teorias

Enfim, mais um dia a estudar sucessões. Okay, na remota tentativa de estudar sucessões...(é que é mesmo remota!) Lá se vai o ponto da lista de tentar ter um 14...Bem, já se viram coisas mais incomuns...=P Por muito que não duvide das minhas capacidades, duvido da minha fantástica concentração...A sério...Eu sou um caso perdido nesse ramo. Culpo a internet e a tv.

Dei por mim a pensar hoje que, de facto, podíamos separar o tipo de beleza das mulheres por actrizes clássicas. Até é fácil lhes dar por essa beleza alguma personalidade:

Marilyn Monroe - mulher sensual, arrebatadora, uma parte corações, flashy...É capaz de apagar as mulheres à sua volta. Contudo, é algo frágil e quebradiça. Isso só a torna mais resplendorosa.

Audrey Hepburn - é aquela beleza inocente que, por muito real e pura, passa, muitas vezes, desapercebida...A beleza que se olharem bem pode ser tão ou mais espantosa que a das outras. É o protótipo da sonhadora inveterada, da idealista, da romântica, uma pequena crinaça que emana alegria.

Elizabeth Taylor - é exótica, selvagem, ninguém manda nela. Faz o que quer, quando quer e, sabe, muito bem como dominar os homens.

Lauren Bacall - é bela, mas séria e responsável. Sabe como se impôr. Alguns diriam que é algo glacial, mas o que existe é uma força suprema que não deixa lança nenhuma a trespassar.

Rita Hayworth - viva e espalhafatosa, adora dar nas vistas. Sedutora e irreverente...

A minha favorita será sempre a Audrey, por muito espectacular que seja a Rita Hayworth ou a Elizabeth Taylor ou mesmo a Marilyn Monroe. Talvez, porque nenhum filme me comoveu como o Breakfast at Tiffany's.

Bem, sucessões espera-me.

***

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Chuva, chuva

Chuva, vento...O meu cabelo completamente maltratado. Foi uma labuta constante com o guarda-chuva no caminho para a paragem de autocarro. De todos os dias, tinha o vento de decidir fazer das suas, num particular dia em que A. era suposto eu sair (tempo não deixou, mas foi adiado para uma sexta-feira mais agradável para todos ^^) B. eu tinha que ir por um caminho mais longo que o habitual. Confesso uma coisa...Eu adoro chuva. Adoro sentir o cheiro a orvalho e pedra molhada a infiltrar-se nas narinas qual invasor. Adoro chegar a casa completamente molhada, apenas para me aninhas com uma manta a ver um filme que me embale. Adoro o som a bater contra o vidro da janela. Por alguma razão, com trovoada e chuva, durmo melhor que em qualquer outro dia. Dá bem para sonhar. Embora, os dias cinzentos sempre me chateiem um pouco. Não gosto do escuro. DIa é com sol. ponto.

Ando a adiar a bateria há imenso tempo, mas ando incrivelmente cansada. Não sei porquê...E, tenho teste 3a. COncentração maravilhosa...

Ainda me lembro quando tinha 16, era costume chegar a casa, depois de uma tarde com amigas, sentar-me no pc e escrever durante horas, enquanto teclava...Viajava totalmente. Acho que sentia-me mais livre a escrever nessa altura...Agora, sinto-me uma criminosa cada vez que o faço...E preciso de avançar com o "Sete"...Senão nunca mais...(Daquelas ocasiões em que sabemos que a pessoa que lê provavelmente não percebe nada do que falo)

Bem, por hoje, é tudo.

P.S - Pergunto-me para que foi o mês R....Terá sido o meu grito do epiranga?

sábado, 10 de abril de 2010

Passo 7 - três loucuras depois do pequeno almoço

Sabem aqueles dias perfeitos em que tudo corre bem? Levantam-se e aproveitam para ver o Dean Winchester no ecrã, enquanto devoram os cereais e sabe-vos ainda melhor que no dia anterior. A roupa que planeavam levar assenta-vos lindamente e, quando saem de casa ao som de summertime dos Bon Jovi, reparam que o sol até parece brilhar mais forte.

Hoje, foi um desses dias.

Em pleno cascais, com a Nádi a meu lado, o Pedro e o Joel já no mar, resolvi cometer uma meia loucura. A Anokas aproveitou e ficou a captar o momento... Sem bikini ou afins, meti-me na água. Claro está, fiquei toda ensopada e demoraram duas horas até que secasse toda, mas, quando o fiz, senti como se o pássaro que antes estava preso se libertasse e, enfim voasse pelo céu e, claro, aproveitasse e fizesse umas 400 piruetas por entre as nuvens! Definitivamente, algo impossível no mês R. Já não serei mais castrada,amigos. I'm livin' on the wild side now.

O ponto da lista de dançar no meio da rua, igualmente riscado, ao som de I wonna Getcha da Shanaia Twain, semi mental, semi cantado por nós. (óptimo para fazer com um vestido azul semi molhado, btw) Again, outra coisa wild. Já tinha feito antes, com a Nádi, ao som do objection. Algo tão não mês R. Mas, digo-vos, um dia, vou dançar valsa no meio da rua, com o som de uma boa música a tocar com alguém com uma dose de loucura tão saudável como a minha.* Por agora, agarro o momento, porque ele é só meu e eu gosto. =P

Carpe Diem!

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Passo 6 - cantar no meio de uma loja

Hoje, em plena parfois aderi e cantei I gotta feeling. Não fui a única, but who cares? =P

Soube bem. Adicionem, sempre uma dose de loucura nas vossas vidas. Ela é necessária.

sábado, 3 de abril de 2010

Passo 5 - Renovar o meu armário

É óptimo saber que estou a ser bastante produtiva neste campo. Já tenho dois vestidos e uma coisa algo diferente que dá um style incrível. A imagem rockeira não está a ser favorecida, mas sim a imagem princesa. xD a Joan Jett dar-me-ia com o bastão de basebol num ápice.

Hoje, o dia foi excelente: Vestido novo com o qual sonhava há mais duma semana, adquirido via milagre já que era o último (ideal para um beijo à chuva =P), jantar e barzinho com amiga a pôr a conversa em dia. Estive a beber um chá gelado chamado paixão turca (os nomes que dão aos chás nos bares), não fosse eu querer dormir esta noite, tinha arriscado num outro chá de nome sonhos de amantes.

Contudo, ao som daquela música árabe e com a quase certeza que conhecia alguém que estava lá, dei por mim a perceber uma coisa: preciso urgentemente da bateria. Há coisas que ainda não se esvairam do meu pensamento...Estão a caminho, mas ainda não. =S A pedra ainda pode ser penetrada pela mesma coisa que a formou. Assustador, não é?

De qualquer modo, gente, I'll defy gravity e depois quero ver se alguém poderá contestar o facto de eu ter algo de invencível em mim =D

quinta-feira, 25 de março de 2010

Um dia normal...sort of

Estou definitivamente a falhar nos planos agendados quanto à bateria, mas, com sorte, a continuação de renovação de estilo continuará amnhã. "Meet rock n'roll fashion diva, everybody!" =P é isso que tenciono dizer. Pode não ser dos mais prementes pontos da lista, mas devemos sempre de começar por coisas pequenas e ir caminhando em direcção de algo mais. Tem que ser aos poucos. E, meus queridos, teimosa é o que eu mais sou. =P

Hoje, comi uns bons crepes no kaffa. Ai, como eu não posso viver sem aqueles crepes com ananás e mozarella!!! Ahaha...Devia ter provado um cosmopolitan, mas nem me lembrei. Ridículo. Fica para uma noite no bairro,não acham?
O dia na faculdade foi normal. Bom. Deu para relaxar com aquelas meninas e rir feita maluca como gosto de fazer, ao sabor de um bom ucal.
Começo a achar que o 14 a sucessões soa a Tom Cruise, mas nada é impossível e, como eu afirmei, anteriormente, sou determinada e teimosa. Além disso, há sempre a hipótese de fazer melhoria no futuro.

Morte ao mês R.!! Viva o mês Joan Jett!! 'cause rock n' roll dreams come true. =D

Um beijo a todos os que lêem o meu blog

domingo, 21 de março de 2010

Passo 4 - Tentativa de escrita

Hoje, acordei tarde, mas dormi bem. Acho que podia ficar o resto da semana a dormir qual bela adormecida e teria o mesmo sentimento de conforto e tranquilidade, mas passar a vida a dormir é desperdício de tempo. =P
Pensei tentar a crítica de cinema, mas acho que devo passar para a história. Hoje, estou demasiado dolente para algo.

Até mais tarde!

sábado, 20 de março de 2010

Passo 3 - Jake

"It's now." you whispered to Jake " The coronation. The moment of truth."
" I know." he answered, caressing your soul with his soft yet firm voice " I just want you to know that I'll never let anything happen to you and that, no matter what happens, I believe in you."
" How can you be so amazing to me?" you asked, releasing your hands from his "I'm spoilt, selfish, coward..."
He stopped you from saying anything else by brushing his finger softly against your lips and wiping the one tear that was falling down your cheek.
"Hush. I know you aren't perfect." he stated , smiling " That's what I love about you. If you were perfect, you wouldn't dance the way you do and you wouldn't be so idealistic. All that is wonderful hides in small imperfections."
The sound of a soturn, sad yet involving song surrounded the room as Jake's eyes gave you the strength to turn and walk towards the altar and throne. The smirk in the King's lips as he observed the way the black and crimson dress suited you, made your hips gain a never accomplished sensuality. From the crowd, you saw Louis's eyes gazing in your direction tormented, regretful, patient, wistful and sad. You wanted to say you were sorry, but the words seemed to want to be caged inside your mouth and ~that you'd lost the key.
"Princess, Lady of the Lost Ones, come to me." the whisper of the King's voice attracted your soul, your mind, your body. All so eager of the coming knowledge "Let yourself flee from your mortal boundaries and from the weakness of those broken memories from before."
His arm pulled your body against his as he brushed his right hand from your lips and cheek to your neck. You felt him tossing your hair aside with his fingers and his left hand placed on your balley, giving you an unspeakable urge to acknowledge the meaning of the moment.
Suddenly his fangs penetrated the skin, the muscles. The pain was excruciating, but also exciting and divine. It seemed like your senses were so vivid yet impossible to control. You yarned for the pain. The woman whose blood was being sucked wasn't you. It didn't matter who she was nor who was drinking your blood. What mattered was the butterflies, the shiver going down your spine caused by it. Then, he stopped. You were weak,now, and you couldn't almost keep yourself standing up. You turned to see the King biting his hand. You approached him and started to drink it. His blood was almost savage, it wanted to possess you, wanted to own you and you were loving every bit of it.
"Drink, Sarah. Drink..."


Muitos se perguntam, "quem é o Jake? Porque é que é ele um ponto na tua lista?" Bem, fez parte de uma história que comecei a escrever aos 16 e da qual desisti aos 18...A história em si, era boa, mas não o suficiente. Algo twilight...Ele era o protagonista e ele e mais dois personagens foram os que mais me apaixonaram pelo que quero escrever uma história que o torne real. Real no sentido figurativo, claro. Real em termos de fazer parte duma história. Isso derrubaria dois pontos da lista. ^^
Bem, vocês depois vão saber melhor os detalhes. Só quis dar um pouco a conhecer os objectivos. Este é um deles.

Aos poucos, vou libertando o personagem e dando vida à história, porque é o meu "bebé" e eu não desisto desta história tão facilmente.

Amanhã, depois do belíssimo caso de constitucional e uma doce dose de sucessões, espero que dê para fazer algo, isto é, se eu não sair. Também é provável. De qualquer modo, vou-vos dando notícias.

Passo 2 - Bateria

O caminho para a Su Joan Jett não deixa de ser algo isento de burocracias, pelo que tenho que começar a analisar os preços, horários, etc. A primeira coisa que fiz foi escolher a escola. Encontrei um sítio quase perfeito, tenho ver se ligo para lá segunda. Conseguem imaginar-me a tocar bateria? Eu consigo. Não sei porquê, mas a música dos Lincoln Hawk vem-me à cabeça..."Everytime you walk away or run away, you take a piece of me..."

Desejem-me sorte! Talvez, ainda haja talento musical em mim! xD E, depois, claro...Vão ver-me com os HIM em tour e a todos os fiéis seguidores, eu arranjo bilhetes grátis...Pode ser? =D

Passo 1 - definir os meus objectivos primordiais

R. foi o ponto de viragem da minha vida, a gota de água, agora doa a quem doer, deixo-me de lamechices de princesa na torre e quero saltar do castelo e libertar a rockstar que há em mim. Para começar o plano de mudança na minha vida, vou fazer uma lista de coisas boas que quero fazer e sempre que o fizer, descrevo aqui a experiência. Deal?

Lista de coisas:

1. Aprender a tocar bateria
2. Ir a um clube de jazz
3. voltar a uma discoteca de metal\love metal
4. Ir ver os HIM ao vivo
5. Ver três boas bandas ao vivo
6. Escrever o "Sete"
7. Renovar o meu estilo
8. Fazer o que EU quero. Liberdade ao poder.
9. Erasmus (mas não este ano)
10. Londres
11. Dar vida ao Jake
12. Provar guacomole
13. mascarar-me de vampira, Joan Jett ou anjo
14. Ajudar alguém
15. Perder 5kg, pq me apetece ser saudável
16. Interrail
17. Aprender a fazer um bolo de chocolate
18. Um beijo debaixo da chuva
19. Dançar no meio da rua sem medo. =) done! Twice (se praia também conta!)
20. Tirar 14 a sucessões xD
21. Passar uma semana em Oxford a melhorar o meu Inglês
22. Formar uma banda de garagem
23. Mandar uma crítica de cinema para uma revista
24. Paraquedismo
25. Fazer com que uma amiga seja + feliz
26. Impôr-me mais
27. Paintball
28. Guião de cinema
29. Provar um cosmopolitan
30. Voltar a acreditar que tudo é possível e vê-lo concretizar-se
31. Vencer os meus medos
32. Fotografia como opção
33. Ir a uma festa de máscaras
34. Tirar a Carta
35. Aprender espanhol
36. Conhecer pessoas novas
37. Saber mais de filosofia
38. Dança jazz
39. Teatro ou banda
40. Ser e ter um anjo
41. Renovar o meu quarto
42. Dar o meu nome a uma estrela
43. Ver o Woody Allen a tocar saxofone
44. Ver alguém cantar uma música com uma letra que eu escrevi
45. Ir a Tóquio
46. Assistir a um jogo de basket ao vivo
47. Fazer uma tatuagem
48. Cantar numa loja uma música parva só porque me apetece check!!
49. Ir à água vestida done and done!

E amanhã começo... Esta lista pode crescer...Por isso, não se admirem.