quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Hell Girl\ Jigoku Shojo


Comecei a ver este anime por mera curiosidade, por aparentar ter o seu quê de loucura, um toque de classe e um lado de terror que, de vez em quando, sabe bem consumir. Se vocês estão à espera do gritos 4, presumo que é melhor virarem à esquerda, porque Jigoku Shojo is not for the faint of heart. É um anime puro e duro, com a classe dos japoneses, como só eles sabem retratar a maldade intrínseca dos homens. Em pequenas coisas, como a tortura de um animal, Jigoku Shojo consegue mostrar o lado pérfido do homem.
Jigoku Shojo dá uma alternativa ao homícido, à fuga ou à mera tolerância de acções que não só sufocam os personagens como os magoam. Ela é a rapariga do inferno que, num site, à meia noite, permite que alguém escreve o nome da vítima do seu ódio com o objectivo de o mandar para o inferno. No entatno, há um senão, como muito bem hell girl diz ao mandar uma alma para o inferno " duas sepulturas são cavadas" e, aquele que manda o objecto do seu ódio para o inferno, quando chegar a sua hora, também para lá terá que ir. Sendo uma decisão tão assustadora, Hell girl afirma que o contrato só se estabelece quando o sujeito em questão puxar um fio enrolado num boneco de palha.
As histórias de hell girl conseguem pôr-nos com os cabelos em franja e, honestamente, houve momentos em que dava vontade de abanar os personagens e pedir-lhe encarecidamente que não puxem o fio. Outras, comovem-nos ou deixam-nos frustradas. Desde a história da rapariga, vítima de bullying, chantageada pela sua agressora ao rapaz injustiçado por uma comunidade inteira que crê ser ele o culpado dos desaparecimentos na cidade.
Vale a pena. Na linha do death note (outro anime consagrado), Hell girl é uma óptima coisa para fazer numa noite sem nada que fazer ou num daqueles dias em que simplesmente, sabia bem um filme de terror.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Repensar o plano.
Repensar a minha vida.
Repensar o caminho.
Repensar os erros.
Repensar as opções.


Esta é a minha decisão.