quinta-feira, 15 de julho de 2010

Seria fantástico se eu pudesse, de vez em quando, gravar os meus sonhos ou pensamentos. Nunca nada se copia de forma tão magnífica como no pensamento. A sério. Imaginem a mais bela das cascatas caindo suavemente no rio, lavando as rochas que a tentam segurar. Tão brilhante, tão pura, tão divina. Definitivamente, ninguém vai vê-la como eu a vejo neste momento. Uns podem vê-la na sua mente como algo banal, uns adicionam um arco-íris, outros ainda dão-lhe uma simplicidade magnífica. É um a beleza da teoria de certas coisas perante a sua prática como fazer uma roda no meio da sala de jantar e acabar chocando com a cabeça na borda da mesa que se encontrava a metros de nós e, não vimos. Depois, há momentos, ideias que ao pé da realidade se ridicularizam de tão pequenas são. Momentos tão singularmente mágicos que se escondem de si próprios. O problema é que nem sempre, nesses casos, a teoria passa à prática. Como diria alguém, shame shame shame (ok, como diria eu). Suponho que é uma das ironias da vida. O que tem mais sentido nem sempre é o que mais depressa se aplica. Como dançar em relva molhada ao luar no meio do campo ( nunca fiz. soa algo celta, completamente wild....completamente impraticável...completamente incrível, se possível...Não existem muitos lugares onde se possa fazer isso). Seria libertador para muitos, divertido, mas ninguém vai fazê-lo a não ser que tenha um charro na mão. Suponho. xD
Aposto que ninguém percebeu nada dos meus ramblings. Sorry. My fault.

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